Anos do rock
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
a moda nos anos 70
A moda dos anos 70 no mundo e no Brasil
Pode-se dizer que na moda a década de 1970 começou no final da década de 1960, mais especificamente em 1968, quando jovens norte-americanos protestaram contra a guerra do Vietnã (1958-1975) e colocaram flores nos canos dos revólveres dos policiais norte-americanos.
Nasceu aí o Flower Power (Poder da Flor), um dos slogans do movimento hippie.
Em 1969 houve o festival de Woodstock, que foi um dos grandes responsáveis pela difusão e popularização dos conceitos de vida dos hippies para os jovens de todo o mundo.
E assim delineou-se uma nova atitude e uma nova moda para o início da década de 1970. A partir desses fatos, a juventude impõe-se na sociedade e defende suas ideologias.
Seguindo essa ordem de jovialidade, nesse período o jeans começou a ser muito usado, e vários tipos de roupas eram confeccionados nesse tecido. Nesse período também surgiram os tecidos sintético maleáveis, que possibilitaram a fabricação de roupas justas ao corpo.
Na década de 1970 houve a consolidação do estilo hippie e indiano de vestir-se. A moda da década de 1970 também foi influenciada por movimentos artísticos da época.
Esse período possuiu vários movimentos sociais marcantes, entre eles podemos citar o da volta à natureza, que tinha como prioridade uma vida simples, com dietas saudáveis. E também o uso de roupas de tecidos de fibras naturais e rústicas.
Outro movimento foi o feminista, pelo qual as mulheres lutavam por mais autonomia e por ocupar cargos que antes eram destinados apenas aos homens.
E a moda acompanhou essa luta, tornando o corte das roupas femininas mais masculinizado. Foi o início das roupas de corte unissex.
E ainda no final da década de 1970 surge o movimento glam associado às discotecas, que apresentava uma moda alegre, com roupas de tecidos sintéticos, brilhantes, com cores vivas e estampas psicodélicas, algo prático para dançar e ainda vinha acompanhada de calçados de plataforma.
A partir da década de 1970 a moda tornou-se mais livre, no sentido de que os estilistas não forneciam mais os looks completos, como os das décadas anteriores que forneciam até o penteado a ser usado com determinada roupa.
Nos anos 70 busca-se um estilo pessoal de vestir. E nesse período as revistas de moda começam a ter um papel inovador, fornecendo informações sobre bom senso na moda, e não mais dizendo como as pessoas devem ou não se vestir.
No Brasil
A moda no Brasil nesse período segue a moda mundial, com seus variados estilos, como o hippie, indiano e das discotecas, que aqui foi muito difundido pela telenovela Dancing Days, que possuía a temática disco.
Joffily* (1999) diz que a telenovela brasileira influencia a moda e o comportamento das pessoas. Se uma tendência é explorada por uma personagem, ela será copiada pelos telespectadores e pelas indústrias da moda.
Disponível em: < http://webinsider.uol.com.br/2010/01/17/a-moda-dos-anos-70-como-referencia-cultural/ > acessado em: 30/ago/2010
Como o rock influenciou o outro lado do mundo
Do outro lado do Atlântico, na primeira metade da década, vinha a chamada invasão britânica, que tomou conta das paradas americanas. Grupos que, influenciados pela música negra americana, agora compunham as próprias canções, com refrão fácil, letras elaboradas e que agradavam em cheio ao público jovem, alvo da indústria fonográfica pós-Elvis. Daí, vieram The Kinks, Animals, The Who, The Faces, Rolling Stones e Beatles.
Os rapazes de Liverpool chegaram para sacudir o mundo, estabelecer de vez a cultura pop e fazer da música uma verdadeira revolução. Jovens e bonitos, logo caíram no gosto das mocinhas.
Nessa época, outra banda iria estabelecer novos padrões para o rock. Agora, com uma atitude mais rebelde e agressiva e com um som mais pesado, com raízes no blues: os Rolling Stones. Numa jogada de marketing, a trupe de Mick Jagger era o oposto dos Beatles: nada de terninhos e sorrisos para a platéia, os Stones eram durões e encarnavam a rebeldia que se espera de uma banda de rock.
Os jovens continuavam procurando novos sons e formas de expressar seus anseios. Em 65, surge, na Califórnia o The Doors, liderado pelo gênio alucinado de Jim Morrison. Nessa época, as drogas eram comuns no rock, e Morrison foi um voraz consumidor, que acabou morrendo de overdose, aos 27 anos, em Paris. Outro americano que também foi fundo nas drogas e morreu de overdose, aos 27 anos, foi o gênio da guitarra Jimi Hendrix.
Em meados da década, o movimento hippie estava a todo vapor, pregando paz, amor e sexo livre. Além de Jimi Hendrix, Janis Joplin era outro ícone desses jovens de cabelos grandes, batas e que usavam as drogas para expandir a mente. O maior evento dessa geração foi o Festival de Woodstock, que, em 69, reuniu milhares de jovens numa fazenda para três dias de música. É em Woodstock que Crosby, Still, Nash and Young toca para mais de 400 mil pessoas. Era a estréia de Neil Young no grupo, o bardo canadense, que já estava na estrada com o seu folk desde o começo da década.
disponível em: http://profjjb.blogspot.com/2006/09/rebeldia-dos-anos-60.htmlAcessado em 30/ago/2010
Os rapazes de Liverpool chegaram para sacudir o mundo, estabelecer de vez a cultura pop e fazer da música uma verdadeira revolução. Jovens e bonitos, logo caíram no gosto das mocinhas.
Nessa época, outra banda iria estabelecer novos padrões para o rock. Agora, com uma atitude mais rebelde e agressiva e com um som mais pesado, com raízes no blues: os Rolling Stones. Numa jogada de marketing, a trupe de Mick Jagger era o oposto dos Beatles: nada de terninhos e sorrisos para a platéia, os Stones eram durões e encarnavam a rebeldia que se espera de uma banda de rock.
Os jovens continuavam procurando novos sons e formas de expressar seus anseios. Em 65, surge, na Califórnia o The Doors, liderado pelo gênio alucinado de Jim Morrison. Nessa época, as drogas eram comuns no rock, e Morrison foi um voraz consumidor, que acabou morrendo de overdose, aos 27 anos, em Paris. Outro americano que também foi fundo nas drogas e morreu de overdose, aos 27 anos, foi o gênio da guitarra Jimi Hendrix.
Em meados da década, o movimento hippie estava a todo vapor, pregando paz, amor e sexo livre. Além de Jimi Hendrix, Janis Joplin era outro ícone desses jovens de cabelos grandes, batas e que usavam as drogas para expandir a mente. O maior evento dessa geração foi o Festival de Woodstock, que, em 69, reuniu milhares de jovens numa fazenda para três dias de música. É em Woodstock que Crosby, Still, Nash and Young toca para mais de 400 mil pessoas. Era a estréia de Neil Young no grupo, o bardo canadense, que já estava na estrada com o seu folk desde o começo da década.
disponível em: http://profjjb.blogspot.com/2006/09/rebeldia-dos-anos-60.htmlAcessado em 30/ago/2010
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